De 13 de abril a 30 de junho de 2019 estará patente no Museu do Traje e no Museu de Artes Decorativas a Exposição em homenagem a Carolino Ramos: quatro décadas a desenhar Viana.
No âmbito desta homenagem foi assinado um Protocolo de Doação do espólio do pintor, no Museu de Artes Decorativas.
De 23 de fevereiro a 31 de março de 2019 estará patente no Museu do Traje de Viana do Castelo a exposição temporária “As Paixões de Maria Emília Vasconcelos”. Esta pretende ser uma homenagem a uma personalidade que tanto fez pela cultura vianense. Do variadíssimo conjunto de objetos confiados ao Museu do Traje, encontramos verdadeiros tesouros sobre Viana do Castelo. Apontamentos, manuscritos sobre os diferentes trajes do nosso concelho e respetivos desenhos; variadíssimos postais alusivos a Viana e ao Minho em geral; recortes de postais, jornais e revistas só com imagens de trajes; recortes de jornais sobre a cultura da cidade; enfim, curiosidades de outrora, com imenso valor histórico de agora…
De 10 de novembro a dia 30 de dezembro de 2018 estará patente no Museu do Traje de Viana do Castelo, a exposição Temporária “Entre Linhas Cruzadas – Formas de Expressão”.
Esta exposição integrada no programa de comemorações do 100º aniversário do Armistício pretende demonstrar a importância da Cruzada das Mulheres Portuguesas na divulgação dos bordados de Viana do Castelo, e a consequente emancipação da mulher vianense.
Como complemento à exposição foi editado um catálogo digital e a realização de atividades pedagógicas.
De 14 de agosto a 28 de setembro de 2018 esteve patente no Museu do Traje de Viana do Castelo, a exposição Temporária "Mordomias" de Fernanda Vilas Boas e Victor Roriz.
A artista plástica Fernanda Vilas Boas nasceu em Viana do Castelo, em 1964. Vive e trabalha em Viana do Castelo, sendo professora de artes visuais e artista plástica, tendo a joalharia contemporânea como forma de expressão favorita.


De 19 de maio até 29 de julho, esteve presente a exposição “100 Anos de Traje Romeno 1918-2018”, organizada pela Associação Cultural Zestrea do Instituto Cultural Romeno. Esta exposição integrada nas comemorações do Dia Internacional dos Museus, foi apresentada pelo investigador e colecionador Sebastian Paic e pela restauradora e conservadora Laura Trosan do Museu Etnográfico da Transilvânia – Roménia.
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De 20 de Janeiro até ao dia 29 de abril 2018 está presente no Museu do Traje de Viana do Castelo, a Exposição Temporária “O Triunfo do Trajar – Trajes e Acessórios da Burguesia e Aristocracia Portuguesa”, integrada na comemoração do 170º Aniversário da Elevação de Viana do Castelo a cidade. A exposição contêm peças do espólio do Museu do Traje, nomeadamente das doações de Maria Helena Vasconcelos, Maria Cândida Tinoco de Abreu Lima, Vilhena Freire de Andrade, Amadeu Costa, Manuela Ramos, Pimenta Gama, Maria Adelina Bandeira Santos, Rosalina Viana; do Museu de Artes Decorativas (Coleção Maria do Carmo Pimenta de Castro Pereira Vasco), assim como algumas peças de coleções particulares.
Como complemento à exposição foi editado um catálogo e a realização de uma atividade pedagógica “Linguagem secreta dos Leques”
O traje e acessórios burgueses e aristocrata em exposição, retratam um período de mudança, económico, do vestuário, assim como na divisão e reconhecimento dos estratos sociais mais elevados nestas épocas.
De 6 de Dezembro até 6 de janeiro de 2018, estará presente a Exposição “Presépios premiados na coleção dos Museus de Viana do Castelo”. Exta exposição, composta por 24 obras elaborados por artesãos/artistas de várias regiões do País, incluindo as regiões autónimas de Açores e Madeira, resulta de uma exposição/concurso que se realizou em Viana do Castelo entre os anos de 2001 e 2009.
As obras premiadas foram incorporadas pelo município por compra aos autores e passaram a integrar o acervo dos museus, constituindo um registo significativo de várias sensibilidades artísticas dos artificies portugueses.
As profissões Hendayenses que o tempo levou”. Esta exposição tem origem nas Mostras culturais que foram instituídas em 2001 e que alternadamente são organizadas ora em Hendaye, ora em Viana do Castelo, no âmbito da geminação entre estas duas cidades. Estão ainda expostos vestidos em papel, criados pelo artista plástico Christophe Pavia e confecionados com a colaboração de pessoas idosas do Lar da Caridade e do Lar Paroquial e Social de Subportela.
“TRAJ(AR-TE)” é o tema da Exposição coletiva da artista plástica Fernanda Vilas Boas e do fotógrafo Vitor Roriz, inspirada na Romaria d'Agonia e no Traje.
A mostra reúne peças de vestuário, acessórios, peças de joalharia contemporânea da professora de Artes Visuais que expõe o seu trabalho, lado a lado, com as fotografias assinadas por Vitor Roriz.
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Segundo o autor, “Esta mostra corresponde a uma parte significativa do autor feita ao longo de 30 anos – escrever e pintar , ou pintar e escrever, mas além do mais é o fruto de leituras, análises e até investigações, a partir de textos que não me são indiferentes, pelo contrário, tal como a minho pintura, pretendem inquietar, questionar o que nos rodeia, o que nos incomoda…”
Esta mostra é organizada pelo Município de Viana do Castelo e complementada com um catálogo.
Exposição de produtos dos alunos de Design da Escola Secundária de Monserrate.
A exposição é organizada pelo agrupamento de Escolas de Monserrate, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
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De 4 de abril a 4 de maio de 2017, estará patente a Exposição "Caminhos de Esperança e Desespero | Paths of Hope and Despair", de YANNIS BEHRAKIS, produzida pelo Visa Pour l’Image e Reuters. Esta exposição decorre no âmbito da programação do Prémio Estação Imagem 2017 – Viana do Castelo, regista a travessia dos refugiados desde a costa turca até às ilhas gregas.
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A Câmara Municipal de Viana do Castelo apresentou no dia 18 de fevereiro o Caderno de Especificações do Traje à Vianesa, que nasceu de um estudo que tinha como objetivo certificar e preservar a identidade do traje à vianesa, pelo qual a cidade e o concelho são conhecidos.
Viana do Castelo, conhecida como a capital do folclore, é possuidora de um traje reconhecido como o mais representativo da cultura popular portuguesa. Por isso, a autarquia decidiu avançar com a certificação do “traje à vianesa” a fim de o preservar e de o divulgar de forma mais sistemática, pelo que o estudo e caderno de especificações foram entregues à associação “Portugal à Mão - Centro Estudos e Promoção das Artes e Ofícios Portugueses.
Com o estudo, foi feita a recolha, triagem e análise de toda a informação relevante para o estudo do Traje à Vianesa nas suas múltiplas modalidades (Afife, Carreço, Areosa, Santa Marta de Portuzelo e Perre, segundo a definição de Cláudio Basto, do início do séc. XX); foi efetuada a caraterização de cada uma das modalidades consideradas e definição de “trajes-tipo”, com descrição exaustiva de cada peça que integra a referida indumentária e respetivo registo fotográfico; e efetuado o estudo das possibilidades de registo e certificação.
O caderno de especificações é o instrumento onde estão definidas as caraterísticas do “Traje à Vianesa” e listados, fundamentando, todos os parâmetros que pesem para a sua certificação, nomeadamente o nome que identifique o produto e que neste caso terá derivações; referenciais histórico-geográficos que contextualizem a ocorrência e a continuidade da produção; e a caracterização do produto: características físicas (forma, dimensões, padrões, cores e desenhos predominantes); matérias-primas utilizadas; modos de produção (técnicas, saberes, ferramentas e equipamentos).
A sessão de apresentação do Caderno de Especificações integrou também a abertura de uma exposição alusiva ao tema.
Considerando um dos maiores valores culturais do concelho, o traje está agora certificado mediante um documento “que é nada mais, nada menos, do que o instrumento onde se estão definidas as caraterísticas do “Traje à Vianesa” e listados todos os parâmetros, o nome, as referenciais histórico-geográficos e a sua caracterização. Estamos, assim, em condições de divulgar uma das nossas mais-valias etnográficas e culturais, que são reconhecidas como parte fundamental da cultura nacional”.
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De 3 de dezembro a 1 de janeiro de 2017, estará patente no Museu do Traje a Exposição “José Rodrigues - Espaços Cénicos”, evocativa da obra de José Rodrigues, realizada no âmbito da extensão do FITEI - Festival Internacional de Teatro e Expressão Ibérica 2016 a Viana do Castelo. A exposição contém diversas maquetes relativas a espetáculos de teatro nos quais o artista portuense participou nas últimas décadas, inclusivamente a maquete da peça "Terra de Lobos", cuja cenografia realizou, em 1996, para o Teatro do Noroeste - CDV.
As peças de José Rodrigues, que faleceu no passado dia 10 de setembro, integram o Programa de Homenagem ao escultor galardoado internacionalmente.
Produção: FITEI/Teatro do Noroeste – CDV. Apoio: Câmara Municipal de Viana do Castelo
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Quatro espaços nobres da cidade acolhem uma mostra do percurso artístico de Pintomeira. Trata-se de uma exposição antológica que comemora os 50 anos da vida artística de Pintomeira, artista vianense e que pode ser vista na Sala dos Antigos Paços do Concelho, Piso térreo dos Antigos Paços do Concelho, Galeria da Santa Casa da Misericórdia e Galeria do Museu do Traje.
A mostra, inaugurada no passado sábado na presença do Presidente da Câmara Municipal e da Vereadora da Cultura, apresenta cerca de uma centena de obras do autor, utilizando a linguagem da Pintura e da Fotografia. Paralelamente, foi também apresentado um livro, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, que abarca a maior parte da obra do artista produzida durante este período.
Pintomeira é cidadão de mérito de Viana do Castelo pelos relevantes serviços prestados às artes plásticas e à cultura vianense, sendo igualmente um dos embaixadores desta mesma cultura.
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De 30 de abril a 26 de junho, estará patente no Museu do Traje a exposição “The Beatles – Sons e Tons”, de Vítor Coutinho.
Esta exposição, dedicado aos Beatles, conta com uma mostra de cerca de 120 discos e álbuns raros, que fazem parte da coleção privada de Vítor Coutinho que conta com mais de 36 mil peças discográficas.
Este certame é completado com visitas guiadas e tertúlias.
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Inserida no Programa das Comemorações do 168 aniversário da Elevação de Viana a Cidade, foi inaugurada no dia 20 de janeiro a Exposição “Foto Roriz – Evocações, Paisagens e Fotografias”.
Esta inauguração integrou o ato de doação do espólio do fotografo João Roriz, cuja empresa foi criada em 1911 por Domingos Sousa Roriz e que já em 20 de janeiro de 2012 recebeu o título de Instituição de Mérito atribuído pela Câmara Municipal.
A exposição contém uma mostra do seu espólio fotográfico e um importante arquivo de negativos em vidro e em pelicula com imagens impressas a preto e branco que retratam registos sociais e históricos da cidade.
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A Exposição “Viana veste o mar e o rio”, inserida no projeto Viana sabe (a)mar, está patente no Museu do Traje de 14 de Novembro a 27 de Dezembro. Nesta exposição estão expostos dez trajes utilizados nas atividades ligadas ao rio e ao mar, complementados com a informação das situações em que eram usados e de que materiais eram confecionados. Podemos observar os trajes de sargaceira de Afife, sargaceira de Carreço, mulher da Ribeira, pescador da Ribeira, o traje da saleira e da salgadeira de Viana do Castelo e Darque, sargaceiro e sargaceira de Castelo do Neiva e Vila Nova de Anha, pescador de Castelo do Neiva e o de barqueiro do rio Lima. A abertura da exposição contou com um grupo de dez mulheres vestidas com os trajes típicos da Ribeira de Viana do Castelo.
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Uma delegação municipal de Hendaye, cidade francesa com quem Viana do Castelo está geminada desde Setembro de 1998, esteve em Viana do Castelo para um conjunto de iniciativas culturais.
A estadia integrou uma receção na Câmara Municipal, a inauguração de uma exposição no Museu do Traje e ainda concertos musicais a cargo do grupo Zarpai Berriak, com 20 jovens, e com a presença de seis artistas, e da Banda Filarmónica de Vila Nova de Anha.
Esta visita com músicos e artistas plásticos permitiu assim organizar uma exposição sobre artes tradicionais até ao dia 1 de novembro, e foi inaugurada pelo Presidente da Câmara Municipal.
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De 14 de Agosto a 6 de Setembro, esteve patente no Museu do Traje de Viana do Castelo a exposição “Joalharia de Autor” de Lia Gonçalves. Natural de Viana do Castelo, Lia Gonçalves, é formada em joalharia pela Escola Superior de Arte e Design de Matosinhos e o seu trabalho baseia-se numa abordagem contemporânea à joalharia de autor.
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De 3 a 26 de Julho esteve patente na sala de exposições temporárias do Museu do Traje de Viana do Castelo a exposição itinerante, coletiva e nacional "70 Cavaquinhos | 70 Artistas", produzida pela Associação Cultural e Museu do cavaquinho.
Desde a sua constituição que a Associação Cultural e Museu do Cavaquinho vem contando com o apoio de artistas plásticos conceituados entre os quais Pedro Cabrita Reis, Júlio Pomar e Julião Sarmento. Desta ligação nasceu a ideia de produzir uma exposição tendo a Associação, para tal, convidado 70 artistas - a maioria jovens criadores - de vários pontos do País propondo a cada um deles um cavaquinho como suporte de intervenção plástica.
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A exposição “A Rosa das Festas” esteve patente no Museu do Traje de 1 de julho a 30 de agosto. Organizada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, com o apoio da Junta de Freguesia e da Associação Cultural e Recreativa de Vila Franca, esta mostra pretendeu divulgar a tradição dos Cestos Floridos, verdadeiras obras de arte que são oferecidos à Senhora do Rosário, durante a realização da Festa das Rosas de Vila Franca do Lima.
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A exposição “Rostos de Memória” de José Marques esteve patente no Museu do Traje de Viana do Castelo de 11 a 30 de Abril.
José Marques é um pintor vianense, responsável pela formação na Escola de Pintura ArtMatriz, presente em diversas exposições individuais e coletivas e representado em coleções particulares, em Portugal e no estrangeiro. Com uma temática forte e expressiva, José Marques, expõe o que pensa, o que sente e o que viu e vê ao redor, no quotidiano.
Esta exposição consta de uma mostra interessante e peculiar, em que estão representadas 65 figuras masculinas que na sua vida aprecia e respeita evocadas em traços a nanquim.

O Museu do Traje acolheu, de 31 de janeiro a 4 de Abril, a exposição “Abel Viana Retrato de uma Vida”, o arqueólogo vianense que inventariou os trajes e tradições de Viana do Castelo.
Esta mostra, organizada pela Câmara Municipal surge na altura em que decorre o 50.º aniversário da morte de Abel Viana, celebra o vianense que se notabilizou em várias áreas do conhecimento. O arqueólogo nascido em Viana do Castelo ficou conhecido pelo seu estudo da cividade de Âncora Afife e da Mamoa da Cova da Moura, em Carreço, mas também em intervenções no Algarve e no Alentejo.
Foi também Abel Viana o autor da primeira Carta Arqueológica do Alto Minho e o inventariador do traje e das tradições do concelho de Viana do Castelo, tendo mesmo sido um dos grandes e mais importantes impulsionadores das festas d’Agonia.
A exposição apresentou fotografias, documentos, instrumentos de trabalho, mas também dos seus trabalhos e estudos e ainda representações do seu trabalho de campo. A iniciativa integra, para além de um catálogo, uma ficha de atividades direcionada ao público escolar para promover os serviços educativos dos museus de Viana do Castelo.

Organizada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e a Escola Superior Gallaecia (ESG), esta mostra que esteve presente no Museu do Traje de 5 a 31 de dezembro de 2014, é o resultado do atelier Vernadoc organizado em parceria com a Fundação Convento da Orada e em articulação com a Conferência Anual ICOMOS – CIAV, que trouxe a Viana do castelo participantes da Finlândia, Tailândia, Paquistão, Egipto, Irão e Emiratos Árabes Unidos para efetuar a documentação do património arquitetónico da aldeia da Montaria.

A exposição de Pintura "Vilarinho da Furna Vence a Morte e o Tempo” de Américo Carneiro, esteve patente na sala de exposições temporárias do Museu do Traje de Viana do Castelo, desde o dia 4 de outubro até ao dia 30 de novembro.
Esta exposição composta por 25 quadros, pintados a Óleo sobre Tela, retrata o quotidiano (usos e costumes), e o património da aldeia de Vilarinho das Furnas, uma Aldeia Comunitária que ficou submersa pela Barragem do Alqueva.
Américo Carneiro é natural de Ponte de Lima e reside na cidade de Viana do Castelo. Tem realizado múltiplas exposições individuais e coletivas por todo o Alto-Minho, desenvolvendo em simultâneo trabalhos de ilustração e uma significativa obra gráfica.